O EVANGELHO DE MATEUS – PUBLICANO, COBRADOR DE IMPOSTOS

PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

ÁGUAS, BELA VISTA, CARIRU, CASTELO, VILA IPANEMA - IPATINGA / MG.

O Padroeiro: Sagrado Coração de Jesus

 

 

 

 

1 - O Evangelho segundo Mateus não é o mais antigo dos evangelhos: enquanto Marcos foi escrito em 63, Mateus somente foi escrito lá pelos anos 80 – quase vinte anos depois de Marcos! A Tradição da Igreja o atribui a Mateus, significando que este evangelho é um eco fiel da pregação apostólica.  Este Evangelho foi escrito para os cristãos que se converteram do judaísmo, aos cristãos de raça israelita. Muitas vezes ele vai dizer: “Isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura...” Ora, somente os judeus conheciam a Escritura, quer dizer, o Antigo Testamento! Além disso: quando Mateus fala dos costumes dos judeus nunca precisa explicá-los... por quê? Porque estava escrevendo para judeus que conheciam muito bem tais costumes e o Antigo Testamento.

Para Mateus Jesus é o novo Moisés.

- No Evangelho de Mateus, a ideia de Jesus, Novo Moisés, aparece até mesmo no modo como Mateus dispõe o seu evangelho: ele o divide em cinco partes para recordar os cinco livros da Lei de Moisés. Muitas vezes Jesus vai ser apresentado sobre o monte, como Moisés no Monte Sinai.

- A narrativa da infância de Jesus, Mateus a escreve copiando muito do que os judeus contavam sobre a infância de Moisés - ele é também o Filho de Deus, nascido por obra do próprio Deus. Ele é aquele que vem realizar as promessas feitas a Abraão e a Israel. Por isso mesmo, Mateus faz questão de afirmar que Jesus descende de Abraão: “Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão” (Mt 1,1).

- Jesus é o novo Davi, o verdadeiro Davi prometido pelos profetas, o Messias (= o Ungido) verdadeiro, rei de Israel. Mateus faz questão de mostrar na sua genealogia (Mt 1,1-17) que Jesus descende do rei Davi.

- Mateusafirma que Jesus é mesmoo Deus conosco. Ele não é um simples profeta, não é um simples mensageiro: ele é Deus mesmo que vem visitar e habitar com o seu povo. Isso aparece no início e no fim do evangelho (cf. Mt 1,23 e Mt 28,20).

- Para Mateus, o tema central da pregação e missão de Jesus é o anúncio e a instauração do Reino dos Céus; Jesus é aquele que anuncia e torna presente o Reino dos Céus, o Reino de Deus que o Antigo Testamento tanto tinha prometido!

- Mateus não usa a expressão “Reino de Deus”, mas o Reino dos Céus”, dado que os judeus, mesmo convertidos ao cristianismo, evitavam a expressão “Deus”.

OS PONTOS CENTRAIS DO EVANGELHO DE MATEUS

A - Evangelho da Infância (Mt 1 – 2)

B – A promulgação do Reino dos Céus (Parte I) (Mt 3 – 7) - A

C – A pregação do Reino dos Céus (Parte II) (Mt 8 – 10) - B

D – O mistério do Reino dos Céus (Parte III) (Mt 11 – 13,52) - C

E – A Igreja, primícias do Reino dos Céus (Parte IV) (Mt 13,53 – 18) – B1

F – O advento próximo do Reino dos Céus (Parte V) (Mt 19 – 25) – A1

G – A paixão e a ressurreição (Mt 26 – 28)

- O evangelho foi esquematizado em cinco partes, comparando com os cinco livros de Moisés. A parte mais importante das cinco é a do meio: assim: A, B, C, B1, A1.

- Cada uma das cinco partes do Evangelho de Mateus é composta de um bloco de narrativas e de um discurso. Assim, em Mateus, Jesus, o novo Moisés, faz cinco discursos: o Discurso da Montanha, o Discurso da Missão, o Discurso das Parábolas, o Discurso sobre a Igreja e o Discurso Escatológico.

- Além das cinco partes, Mateus coloca uma introdução (as narrativas da infância de Jesus) e uma conclusão (a Páscoa do Senhor), que é, sem dúvida, o ponto alto do evangelho.

- Em todos os quatro evangelhos tudo que se escreve é preparação para mostrar que o Senhor Jesus, morto e ressuscitado, é o nosso Salvador.

 

2 - O EVANGELHO DA INFÂNCIA (Mt 1 – 2)

- Midraxe é um recurso literário pelo qual Jesus é apresentado como o novo Moisés. Mateus escreve o Evangelho de Jesus dentro das narrativas do Êxodo. Conta as histórias que os rabinos narravam sobre o pequeno Moisés: o faraó soube que nasceria um menino judeu que iria libertar o povo e manda matar todas as crianças judias; os pais de Moisés eram santos e piedosos e um anjo anunciou-lhes que seu filho iria libertar Israel, etc.

- Mateus afirma que Jesus é aquele que refaz o caminho de Israel, chamado do Egito (Mt 1 – 2). Ele é o fruto maduro e santo de Israel, que vai passar a limpo a história do seu povo.  Apresenta Jesus como aquele anunciado pelas Escrituras de Israel, o Profeta, prometido desde os tempos de Moisés.

- Jesus é mais que Moisés: é o Filho de Deus, o Emanuel, Filho de Davi! Por isso Mateus narra a origem humana de Jesus: se por um lado ele vem de Abraão e de Davi, por outro, ele vem diretamente de Deus (daí Mateus contar a concepção virginal de Maria de Nazaré). Ele é o Emanuel, o próprio Deus no meio do seu povo!

 

3 –O MINISTÉRIO DE JESUS – O REINO DOS CEUS – PARTE 3 – Mt 11 – 13,51.

a) A parte narrativa (11,1 – 12,50)

- Tema central do Evangelho de Mateus: o Reino do céus que Jesus veio trazer. Mateus começa narrando várias cenas e palavras de Jesus: “Jesus partiu para pregar e ensinar nas cidades deles” (11,1):

Jesus manda dizer ao Batista que é Ele é o Messias que traz o Reino (11,1-15)

Diante de Jesus é preciso decidir-se e isto vai ser decisivo para o destino eterno de cada um (11,16-24)

Só os puros de coração podem acolher o Reino que ele traz e aceitá-lo como Messias -(11,25-30)

Como Messias, Jesus é o Senhor do sábado (Mt 12,1-14)

Mas vai implantar o Reino como o Servo sofredor predito por Isaías (12,15-21)

Trazendo o Reino dos Céus, ele expulsa o reino de Satanás ((12,22-37)

Por tudo isso não se pode ficar indiferente diante de Jesus: é preciso fazer parte da nova família que ele vem fundar (a Igreja) (12,43-50)

O sinal definitivo da presença do Reino será a Ressurreição (12,38-42).

b) PARÁBOLAS (13,1–52)

É, sobretudo no Discurso das Parábolas que Jesus apresenta o mistério do Reino dos Céus. Mateus reúne sete parábolas (sete é o número da perfeição, da plenitude): Jesus se senta num barco (é a posição própria do mestre, de quem está na “cadeira de Moisés”) e aí apresenta o Reino como:

- O semeador que lança a semente (13,1-23)

- Um campo de trigo no qual cresce o joio (13,24-30)

- Um grão de mostarda (13,31-32)

- É como o fermento que leveda a massa (13,33)

- Um tesouro de grande valor (13,44)

É como uma pérola preciosa (13,45-46)

- É como uma rede jogada no mar (13,47-50)

 

4 – PARTE I: A PROMULGAÇÃO DO REINO DOS CEUS - (Mt 3 – 7)

Na primeira parte (A) - corpo do evangelho de Mateus - se apresenta a promulgação, quer dizer, o decreto do Reino do Céus: quais são suas leis, seus valores, suas características.

a) NARRAÇÕES (3,1 – 4,25)

-O Batista prepara a chegada do Messias que vai trazer o Reino (3,1-12).

- Jesus aparece; é batizado e é ungido com o Espírito como Messias-Servo sofredor. (3,13-17).

- O Espírito leva Jesus para ser provado no deserto (4,1-11).

- Jesus volta para sua terra e começa a anunciar o Reino, convidando à conversão. (4,12-17).

- Em vista do Reino e da Igreja, ele começa a escolher seus discípulos (4,18-22).

- Jesus ensina e cura, como sinal da chegada do Reino que destrói o reino de Satanás (4,23-25).

b) JESUS NA MONTANHA - (5,1 – 7,29)

- Jesus senta-se (como Moisés na sua cátedra) no Monte (como Moisés no Sinai); aí ele vai promulgar a Lei do Reino dos Céus: é uma lei toda interior, feita de bondade, sinceridade, misericórdia, confiança em Deus e total abandono em suas mãos. Quem aceitar o Reino que Jesus trouxe, constrói a casa de sua vida sobre a rocha. Neste discurso, que começa com as bem-aventuranças, Jesus quer ensinar:

- O espírito que deve animar os filhos do Reino (5,3-48) = a benignidade.

- O espírito com o qual eles devem cumprir as leis religiosas (6,1-18) = a sinceridade interior.

- O desprendimento das riquezas (6,19-34).

- As relações com o próximo (7,1-12) = a bondade .

- A necessidade de entrar no Reino por uma decisão que transforme a vida (7,13-27) = a radicalidade sincera.

5 –PARTE V: O ADVENTO DO REINO DOS CEUS (Mt 19 - 25)

Esta parte (A1) está ligada à parte I (A): o Reino dos Céus que Jesus promulgou no início de sua pregação, ele agora vai realizá-lo efetivamente: com ele o Reino virá em plenitude!

a) Parte narrativa (19,1 – 23,39)

No primeiro bloco desta parte Mateus procura apresentar palavras e gestos de Jesus que mostram o quanto o Reino é exigente: a questão do divórcio (19,1-9), o celibato (19,10-12), a necessidade de ser como as crianças (19,13-15), a necessidade de deixar tudo pelo Reino (19,16-30), a necessidade de fazer tudo isso por amor de Deus e não por interesse mesquinho (20,1-16), a necessidade de estar com Jesus na sua provação, seguindo-o sempre (20,17-34).

- Outro tema importante é a polêmica de Jesus com Israel que, recusando Jesus recusa o Reino e se tornará estéril (21 – 22).

- Jesus censura os escribas e fariseus que se sentaram “na cátedra de Moisés” (23,2), cátedra que é de Jesus!

- Aí Jesus lança-lhes oito “ais”, em contraposição às oito bem-aventuranças. A mensagem é clara: diante do Reino, é necessário escolher entre a bênção e a maldição. Jesus faz o que Moisés fez com Israel (Dt 28,1-46; 11,29; Js 8,32-35).

b) O Discurso Escatológico (24,1 – 25,46)

Neste Discurso Mateus usa o estilo apocalíptico, isto é, fala do aparição final do Reino usando imagens fortes como num quadro pintado com tintas bem berrantes, para chamar atenção! Só entende bem este discurso quem estiver por dentro da linguagem simbólica, uma literatura cheia de imagens muito usadas na época de Jesus. É importante observar que aqui Mateus mistura dois tipos de palavras de Jesus: um sobre a destruição de Jerusalém e outro sobre o fim dos tempos: a destruição de Jerusalém, que acontecerá logo [“esta geração não passará sem que tudo isso aconteça” (24,34)] é um sinal, um prenúncio do final dos tempos, que acontecerá “numa hora em que não pensais” (24,44), pois “daquele Dia e da Hora, ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas só o Pai” (24,36).


OBSERVAÇÕES:

Quando Jesus fala em revoluções, dores (= fenômenos históricos) e sinais na natureza (fenômenos cósmicos) é para dizer que o Reino vai transformar e purificar a história humana e toda a criação: nada deixará de ser confrontado com o Reino dos Céus!

• O que realmente interessa a Jesus é o apelo à vigilância: contra os falsos profetas e falsos messias (24,4-5), contra a apostasia e o esfriamento da fé (24,9-14.37-44). Jesus previne que o caminho não é fácil, mas quem perseverar será salvo (24,13)!

- As quatro parábolas que Mateus coloca neste Discurso mostram bem isto:

- A parábola da figueira (24,32-36): necessidade de estar atentos aos sinais do Reino.

- A parábola do mordomo (24,45-51): necessidade da fidelidade esperançosa.

- A parábola das virgens (25,1-12): necessidade de vigiar

- A parábola dos talentos (25,14-30): necessidade de trabalhar pelo Reino.

- Tudo isto se completa no quadro impressionante do último julgamento: nossa atitude HOJEdiante de Jesus e de seu Reino decidirá nossa sorte eterna. Mas nossa atitude diante de Jesus passa por nosso comportamento em relação aos irmãos (25,31-46)!

6 – PARTE II: A PREGAÇÃO DO REINO DOS CEUS (Mt 8 – 10)

- Nesta parte Mateus reúne muito de quanto Jesus fez e disse sobre a missão de anunciar o Reino.

a) Parte narrativa (8,1 – 9,38)

Aqui Mateus deseja mostrar o que deve fazer e como deve agir e sentir aquele que é ministro do Reino. O modelo de pregação é o próprio Jesus: ele é compassivo com o leproso e a hemorroíssa, aberto a todos, como o foi com o centurião e com o pecador Mateus (publicano), ele tem pena de todos: não é frio, legalista, indiferente e distante! O evangelista apresenta uma série de dez milagres, comos sinais que acompanharão a pregação do Reino – é este o sentido dos milagres nos evangelhos: são sinais!

b) O Discurso sobe a Missão (10,1-42)

Jesus chama os Doze e os envia: deles nascerá a Igreja! O que Jesus diz aos Apóstolos vale para os seus sucessores em todos os tempos; vale até mesmo para cada cristão, discípulo de Jesus:

- eles devem pregar a todos e a todos levar a paz do Reino- aqui Jesus manda pregar somente a Israel -(10,5-7);

- depois da ressurreição mandará a todo o mundo (28,19-20). Todos serão julgados pela atitude diante dos enviados de Jesus (10,5-16).

- os missionários serão sinal de contradição, como Jesus (10,17-25).

- não devem ser covardes nem medrosos (10,26-33).

- se Jesus é sinal de contradição, os discípulos também o serão e deverão segui-lo nisso (10,34-39).

- onde estiver um anunciador do Reino, aí estará o próprio Jesus (10,40-42).

7 – PARTE IV: A IGREJA A SERVIÇO DO REINO (Mt 13,53 – 18)

Mateus liga esta parte IV (B1) à parte II (B).

- A pregação dos Apóstolos dá origem à Igreja, início do Reino dos Céus: na Igreja o Reino já se faz presente como uma semente que um dia dará fruto!

a)Parte narrativa

Uma diversidade de mensagens relativas à Igreja:

Jesus é rejeitado em Nazaré: ele formará uma nova Pátria, um novo Povo, a Igreja (13,53-58).

destino de João Batista já indica qual será o destino que o antigo Povo dará a Jesus (14,1-12).

As multiplicações dos pães mostra Jesus, novo Moisés, que alimentará com o novo maná (a Eucaristia).

O novo Israel (14,13-21; 32-39): os dois milagres mostram que a Igreja reunirá judeus e pagãos.

 Aparece também o papel de Pedro: caminha sobre as águas e é feito pedra da Igreja (14,22-34;16,13-20; 17,24-27

Jesus realiza cura para os pagãos prenunciando a missão da Igreja e a conversão dos pagãos, que serão o novo Israel (14,34-36; 15,21-28).

Jesus reprova as tradições do antigo povo, incrédulo e cheio do velho fermento (15,1-20; 16,1-13).

Jesus anuncia sua paixão e convida a segui-lo: a Igreja deverá sempre responder este convite (16,21-28; 17,22-23).

Jesus convida seus discípulos à viver na fé (17,14-20).

Jesus se transfigura: ele é aquele de quem o Antigo Testamento (Moisés e Elias) tinha falado: a Igreja deverá sempre ouvi-lo! Ele morrerá, mas venceu! (17,1-8).

b) DISCURSO SOBRE A IGREJA

São várias as palavras de Jesus sobre a vida da Comunidade: a Igreja deve ser como Jesus sonhou para ser sinal do Reino dos Céus!

• Na Igreja, é maior quem serve mais (18,1-4).

• Deve-se evitar o escândalo, sobretudo por causa dos fracos na fé, que podem se desgarrar; os pastores devem preocupar-se com estes (18,5-14).

• Na comunidade deve haver a correção fraterna (18,15-180

• Deve-se rezar em comum e perdoar-se mutuamente (19-35).

8 – CONCLUSÃO: PAIXÃO/RESSURREIÇÃO

- O assunto central dos Evangelhos é a Páscoa do Senhor. Cada evangelista apresenta de modo orante e contemplativo aqueles acontecimentos que marcam a salvação que Deus nos deu por Jesus. Os evangelhos foram escritos depois da Ascensão de Jesus. Não narram um fato cru: eles interpretam, querem mostrar o que está por trás dos acontecimentos à primeira vista incompreensíveis.

- No seu relato da paixão, morte e ressurreição, Mateus deseja mostrar que as Escrituras judaicas são plenamente cumpridas e o Reino dos Céus instaurado (26,29)... tanto que os pecados são perdoados (26,28), a nova aliança é selada (26,27-28) a morte é vencida, os mortos saem dos túmulos e podem entrar com o Messias na Jerusalém Celeste (27,51-54).

- A Páscoa judaica vai ser cumprida na Páscoa de Jesus (26,1-2) e o templo de Jerusalém e o antigo culto da antiga aliança perdem o seu sentido (27,51). Tudo culmina na Ressurreição, “após o Sábado, ao raiar do Primeiro Dia” (28,1), dia novo do novo Reino; dia da alegria (28,9). Mas somente pode participar da alegria de ver o Ressuscitado quem estiver disposto a caminhar, a ir para a Galiléia para começar a missão de anunciar o Reino (28,7).

- O encerramento do Evangelho é o começo da Igreja, garantida a presença de Jesus Ressuscitado nela para sempre, até que Ele volte para julgar toda a humanidade: Aparece o Novo Moisés, Jesus, sobre à montanha, como no Monte Sinai, abençoa os seus e os envia definitivamente em missão... e promete: “Eu estudarei convosco até a consumação dos séculos!” (Mt 28,16-20).

RELEMBRANDO

- Os textos bíblicos devem ser lidos em clima de oração, estudados, assimilados e vividos pelos cristãos. Porque são inspirados por Deus e escritos por pessoas de uma época específica.

- Antes de se ler um livro da Bíblia: (para e entender melhor) é necessário ler antes a explicação sobre o livro. Nas bíblicas dos protestantes não existe esta explicação.

-Qualquer leitura bíblica seja feita com respeito, em comunidade, com fé, para a própria conversão.

- Não se usa bíblia para discutir sobre religião.

- É indispensável que se leia o texto, o contexto em foram escritos as Sagradas Escrituras bem como o pretexto do autor sagrado.

- Quando lemos Mateus, por exemplo, devemos ter uma visão geral da bíblia para podermos entender e localizar melhor o que ele nos ensina em seu Evangelho.

- Nunca se lê frase isolada da Bíblia. Pode confundir. A leitura deve ser TENDO EM MENTE toda a Bíblia.

- Nos anos A da liturgia se lê Mateus nas missas dominicais.

- Ao ler Mateus, devemos relacioná-lo com a Igreja nascente, bem como com os Evangelhos Sinóticos(Marcos e Lucas).