DIA INTERNACIONAL DA MULHER

PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

ÁGUAS, BELA VISTA, CARIRU, CASTELO, VILA IPANEMA - IPATINGA / MG.

O Padroeiro: Sagrado Coração de Jesus

 

 

 

 

A Mulher-mãe-companheira é a vida dinâmica da família, da comunidade, da sociedade e da Igreja. A Mulher tem uma fé inquebrantável que a faz forte e persistente.

Há quarenta e quatro anos a ONU criou o Dia Internacional da Mulher para ser celebrado no dia 08 de março de cada ano. A finalidade proposta tinha e tem o objetivo defender os direitos da Mulher, garantir vozes em favor de sua dignidade e ampliar a participação da Mulher em todas as esferas da comunidade.

A Mulher deseja e pode progredir muito na condução da sociedade justa e fraterna. Cabe a nós melhorar o nosso relacionamento com a Mulher. Ela não pode ser impedida de colocar seus dons a serviço da comunidade e não só da família.

Muita gente é contra a criação do dia internacional da mulher porque CADA dia do ano deve ser de respeito, carinho, benevolência e amor pela mulher. Esta comemoração anual criada para alertar, corrigir os erros do machismo, para que todos tomemos consciência da gravidade da violência praticada contra a Mulher diariamente.

Ser mulher é um privilégio por poder gerar, alimentar, zelar pelos filhos a vida inteira. A missão das mulheres não se encerra nas atividades domésticas, mas elas têm capacidade para ampliar sua ação na sociedade, na política e na religião.

A Mulher é um sacramento do Deus criador, do Deus que vem até nós como o Redentor e do Deus que vive nos amando e derramando sobre nós os seus dons como o da fortaleza e do temor de Deus. Deus “precisou” de uma mulher para que Jesus pudesse nascer e habitar entre nós.

O grande modelo para as mulheres é Maria de Nazaré, mãe de Jesus. A Mulher-mãe serve ao Senhor para fazer sempre a vontade de Deus. Ela nos trouxe o Salvador. Maria de Nazaré tornou-se a Mãe de todos nós seguidores de Jesus Cristo.

Vemos alegres muitas mulheres mostrarem seus talentos como na formação dos filhos, exercer liderança nas comunidades, ter protagonismo nas Igrejas e na sociedade civil.

Marilza José Lopes Schuina é a presidente Nacional do Laicato no Brasil. Ela é a segunda mulher do Conselho desde sua criação em 1975. Ela faz articulação, animação organização e representação do laicato na Igreja, além de manter um diálogo permanente com a sociedade civil.

As mulheres são as que mais trabalham na Igreja. 80% das atividades das paróquias são realizadas pelas mulheres. Elas são a coragem e a força que fazem a Igreja renascer continuamente. As mulheres assim testemunham a fé cristã na oração, na contemplação, nas promoções de atividades sociais e comunitárias, na partilha, na vivência da Palavra de Deus e da Eucaristia.

Conforme a Organização Mundial da Saúde, infelizmente o Brasil é o país com a quinta maior taxa de feminicídio no mundo - 4,8 casos para cada 100 mil mulheres.

O Ministério de Direitos Humanos (MDH) possui um serviço que recebe relatos de violência contra a mulher pelo telefone 180 e pelo email:  180@spm.gov.br  

Está na hora de muitos homens tomarem consciência para respeitarem mais a Mulher. A força física do homem não pode ser maior do que a dignidade da mulher. Se formos insensíveis e machistas, nunca entenderemos a grandeza e a profundidade do amor daquela que nos gerou.

Nem tudo é desrespeito às Mulheres. Há muitos homens, filhos, maridos, patrões que são cavalheiros, amáveis, carinhosos para com a mulher, gerando um ambiente de paz, de boa educação e de bons relacionamentos, produzindo muito mais alegria e paz nas relações humanas.

É bom consultar a página na internet, o blog: mulhercatolica.com em que que se reflete sobre a família e a maternidade.

Pe. Geraldo Ildeo Franco – março 2019