PENTECOSTES: A DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO

 ATOS DOS APÓSTOLOS 2

PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

ÁGUAS, BELA VISTA, CARIRU, CASTELO, VILA IPANEMA - IPATINGA / MG.

O Padroeiro: Sagrado Coração de Jesus

 

 

 

 

Pentecostes da Lei de Moisés

‘Pentecostes’ era uma festa anual do Antigo Testamento. Moisés (1500 AC) havia estabelecido vários festivais para serem celebrados por todo o ano. A Páscoa era o primeiro festival do ano judaico.  Jesus fora crucificado em um dia da Páscoa.

A segunda festividade era a festa das Primícias. A Lei de Moisés afirmava que ela deveria ser celebrada um dia após o sábado da Páscoa (=Domingo). Jesus ressuscitou no domingo, portanto, sua ressurreição aconteceu exatamente na festa das Primícias.  Sua ressurreição é literalmente ‘os primeiros frutos (primícias)’, o primeiro e grande fruto da Salvação que Deus nos concede.Precisamente 50 dias após o Domingo das ‘Primícias’ os judeus celebravam o Pentecoste (‘Penta’ que significa 50). 

Pentecostes era também chamada de Festa das Semanas uma vez que ela era contada em sete semanas.  O motivo pelo qual havia pessoas de todas as partes do mundo no dia de Pentecoste em Jerusalém para ouvir a mensagem e Pedro foi justamente porque aquelas pessoas comemoravam o Pentecostes do Antigo Testamento. 

Ainda hoje os judeus comemoram o Pentecoste, mas eles chamam esta festa de Shavuot. (Levítico 23,16-17).

O Evangelho é ‘a boa nova’ porque nos fornece força para vivermos uma vida de maneira diferente – melhor. A vida agora é uma união entre Deus e as pessoas. E esta união acontece através do habitar em nós do Espírito Santo – que começou no domingo de Pentecoste de Atos 2.

A Boa Nova é esta: a vida agora pode ser vivida em um nível diferente, em um relacionamento com Deus através de seu Espírito. A Bíblia coloca da seguinte maneira:

Quando ouviram a verdadeira mensagem, a boa notícia que trouxe para vocês a salvação, vocês creram em Cristo. E Deus pôs em vocês a sua marca de proprietário quando lhes deu o Espírito Santo, que ele havia prometido. 14 O Espírito Santo é a garantia de que receberemos o que Deus prometeu ao seu povo, e isso nos dá a certeza de que Deus dará liberdade completa aos que são seus. (Efésios 1, 13-14)

Se em vocês vive o Espírito daquele que ressuscitou Jesus, então aquele que ressuscitou Jesus Cristo dará também vida ao corpo mortal de vocês, por meio do seu Espírito, que vive em vocês. (Romanos 8:11)

O habitar do Espírito de Deus em nós é outro aspecto das primícias, pois o Espírito é um antegosto – uma garantia – do processo que completará nossa transformação em ‘filhos de Deus’.

O evangelho oferece vida abundante não através de posses, prazer, status, riqueza e todas as outras trivialidades passageiras que são buscadas neste mundo, que Salomão descobriu ser uma bolha vazia, mas pelo habitar do Espírito de Deus.  Deus nos oferece o habitar em nós e nos dá forças para resistirmos ao mal e fazer o bem. 

A ligação entre o Pentecostes do Antigo Testamento e a do Novo Testamento é evidência perfeita de que Deus é a Mente por trás de nossa história e de nossa vida.

 

O Espírito Santo desceu para habitar nos seguidores de Jesus. Pentecostes foi o dia em que a Igreja, os “chamados para fora” de Deus, nasceu.  Naquele dia, o Espírito de Deus desceu sobre os primeiros 120 seguidores de Jesus e eles começaram a falar, em línguas faladas ao redor do mundo, o que assustou a muita gente.

Logo Pedro corajosamente anunciou ao povo de Jerusalém a vitória de Jesus sobre a morte e a descida do Espírito Santo sobre a Igreja. Por sua pregação, muita gente se converteu a Jesus: Só naquele dia converteram-se cerca de três mil pessoas’ (Atos 2, 41).

A descida do Espírito Santo aconteceu 50 dias após a ressurreição de Jesus. Foi durante estes 50 dias que os discípulos de Jesus se convenceram de que Jesus havia ressuscitado dos mortos. No domingo de Pentecostes eles tornaram sua crença pública e destemidamente.

 A Igreja continua a invocar a força do Espírito Santo para poder evangelizar e se santificar.