Irmã Dulce

PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

ÁGUAS, BELA VISTA, CARIRU, CASTELO, VILA IPANEMA - IPATINGA / MG.

O Padroeiro: Sagrado Coração de Jesus

 

 

 

 

Maria Rita (Irmã Dulce) era filha de Dona Dulce Maria de Souza Brito e do Doutor Augusto Lopes Pontes. Quando criança, costumava rezar muito e pedia sinais, pois queria saber se deveria seguir a vida religiosa ou se casar.

Desde os treze anos de idade, depois de visitar áreas carentes acompanhada por uma tia, ela começou a manifestar o desejo de se dedicar à vida religiosa.  Começou a acolher em sua casa mendigos, enfermos e desvalidos. Com o consentimento da família foi transformando a casa da família num centro de atendimento à pessoas necessitadas.

Em 13 de agosto de 1933, após seis meses de noviciado, ela fez sua profissão de fé e votos perpétuos, tomando o hábito de freira e recebendo o nome de Irmã Dulce, em homenagem a sua mãe. Irmã Dulce continua sua missão em assistir as comunidades pobres da região, tinha como finalidade a difusão das cooperativas, a promoção cultural e social dos operários e a defesa dos seus direitos. Mesmo com a saúde frágil, Irmã Dulce construiu e manteve uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país, as Obras Sociais Irmã Dulce.

Em 1980, durante a primeira visita do Papa João Paulo II ao Brasil, Irmã Dulce foi convidada a subir ao altar para receber uma benção especial. O Papa retirou do bolso um rosário e ofereceu a ela dizendo: “Continue, Irmã Dulce, continue”. Foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Recebeu o título de Serva de Deus, pelo Papa João Paulo II. Em 2009 foi declarada venerável pela Congregação para as Causas dos Santos do Vaticano, deixando-a mais próxima da beatificação. Bento XVI reconheceu suas virtudes heroicas. Em 2011 o Arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo anunciou a beatificação da Irmã Dulce. Em 2019, o Vaticano reconheceu um segundo milagre de Irmã Dulce, a cura de uma pessoa cega. A Santa Sé oficializou a data de hoje, 13 de outubro para canonização da Irmã Dulce, sendo a primeira mulher nascida no Brasil que se torna Santa, em celebração presidida pelo Papa Francisco, no Vaticano, em Roma.

Gildete Maria Magalhães