TUDO O QUE DEUS FEZ É BOM – Gênesis  1,1-31

PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

ÁGUAS, BELA VISTA, CARIRU, CASTELO, VILA IPANEMA - IPATINGA / MG.

O Padroeiro: Sagrado Coração de Jesus

 

 

 

 

Segundo o livro bíblico do Gênesis, capítulo 1, 1-31, Deus criou o mar, a luz, os peixes, os animais, as plantas e criou o homem e a mulher, os seres feitos à imagem e semelhança do mesmo Deus e viu que toda a sua obra era boa.

Toda a natureza é perfeita. O reino mineral, vegetal, animal especialmente o homem e a mulher são obras perfeitas criados por Deus. Tudo na natureza é útil, belo, perfeito e se completam mutuamente. Veja, por exemplo, a semente do carrapicho. Aparentemente para nada serve. Mas um engenheiro profundamente esta semente “incômoda” aparentemente e criou o velcro usado hoje no mundo inteiro.

O suíço George de Mestral em 1941, numa viagem de caça, limpando sua calça, tirando as sementes do carrapicho – bardana, grudadas em sua roupa, percebeu que elas se agarravam fortemente ao tecido. Ele ficou curioso se perguntando como devia ser o fenômeno da natureza que produzia tal garra. Pesquisoua semente de carrapicho por dez anos, com a ajuda de microscópio para entender como os filamentos da semente do carrapicho, uma espécie de barba das sementes se colavam tão fortemente na roupa.  Constatou a existência de filamentos que terminavam em pequenos ganchos. Chegou à conclusão que os filamentos terminavam em pequenos ganchos, pinos e minúsculos laços. Quando se juntam, se entrelaçavam, cruzavam os filamentos das pontas e se colavam fortemente, formando uma zona bastante aderente e adesiva. Submeteu sua patente da descoberta e em 1951 ele recebeu o título de propriedade da descoberta. A partir daí ele obteve a licença de fabricar filamentos semelhantes aos da semente da bardana. Hoje o mundo inteiro usa o velcro, criado à imagem e semelhança dos filamentos das sementes da bardana.

Pois é... tudo o que Deus fez é bom e útil. Basta que tenhamos curiosidade, procurando qual seja a utilidade do produto em questão para o uso a humanidade.

Pe. Geraldo Ildeo Franco